quarta-feira, 28 de setembro de 2016

George Pompidou, o maior Museu de Arte Moderna da Europa


O maior acervo de arte moderna da Europa está em Paris, no Centre George Pompidou. Seu acervo possui mais de 60 mil obras de cinco mil artistas. Aqui estão expostas obras de Henry Matisse, Piet Mondrian, Pablo Picasso, Amadeo Modiaglini, Francis Bacon, Delaunay, Marc Chagall, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Marcel Duchamp, Fernand lerger, Joan Miró, Malevich, Alberto Giacometti e Vassily Kandisnky, entre outros.

Acima a Composition em rouge, bleu et blanc II (1937), de Piet Mondrian. Destacam-se as obras da primeira metade do século 20, principalmente obras dos movimentos Fauvista e Expressionista.


O francês  Henry Matisse,  um dos criadores do movimento Fauvista, possui muitas obras no Geoge Pompidou. Entre elas, as pinturas (acima, à direita) Figure décorative sur fond ornamental (1925) e (à  esquerda) Le Violioniste à la  Fenetre (1926). Abaixo, La Blouse romaine (1940), à direita e Jeannette (1911), à esquerda.

   

Abaixo, outras duas obras do início do artista, chamadas Auguste Pelerin (1916), à direita, e Le peintre and his model (1917), à esquerda.


Á direita, na foto abaixo, está Luxe, Serenity and Pleasure (1904), e à esquerda, Luxe, Calma e Volupté (1905).
        
        



O Museu de Arte Moderna possui obra relevantes de três movimentos artísticos: o cubismo, o fauvismo e o órfico.


      


O tcheco Frantisek Kupka tem exposto Autour d'un point (1920), à direita. e o ucraniano Kazemir Malevich, com The Running Man (1933), à esquerda. Malevitch era um expoente do movimento suprematista



      

Marc Chagall, famoso pintor russo radicado em Paris, possui obras muito conceituadas no George Pompidou, entre elas, Double Portrait with a Glass of Wine (1917), Bella a Couc Blanc (1917) e Asses and Other (1911), da esquerda para à direita, nas fotos acima.



  

Outro russo, Vassily Kandinsky, expoente dos movimentos expressionistas e do abstratos, também naturalizou-se francês. Abaixo sua pintura Picture with a Arch, de 1917 (acima, à direita). À esquerda, a obra de Otto Dix, pintor expressionista alemão com seu quadro Memory of The Halls of Mirror em Brussels (acima, à esquerda).

   


Acima, à direita, quadro do barcelonense de Joan Miró, que se mudou para Paris em 1920. A tela Intérieur é de 1922. À esquerda, obras de Georges Brasques.






De Raymond Suchamp Villon, o Le Cheval Majeour (1917) e desenho de Max Ernest.


 


Os movimentos Dadaísta e Abstracionista estão representados com Salvador Dalí, o controverso artista catalão que morou em Paris Àdireita, seu Guilherme Tell e um escultura,

     


O belga René Magrite tem os interessantes quadros La Modéle Rouge, de 1935 e Le Double Secret, de 1927.


 

 

O pintor figurativo anglo-irlândes Francis Bacon tem um belo acervo no Museu de Arte Moderna de Paris, entre eles Portrait de Michel Lairis (1976) e Autoretrato. Abaixo, Van Gogh and the Landscape.

 


































E um museu de arte moderna sem o americano Andy Warhol, não tem graça. Abaixo, o gigantesco Ten Lizzes.


O Brasil está representado com Di Cavalcanti e seu Dança Popular Brasileira (1937), a Cuca de Tarsila do Amaral e cartazes e retratos da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo.




Museu de Arte Moderna de Paris - Centre George Pompidou
Horário: o museu está aberto de quarta as segundas, das 11 as 21hs.  
Ingresso: custa ¢ 14,00. Quem adquiriu o Paris Museum Pass a entrada é gratuita.
As estações de metrô  mais próximas são Rambuteau, Châtelet-Les Halles e Hôtel de Ville.



 


Site oficial, aqui.




























Mostras paralelas também estão no George Pompidou. No primeiro semestre o artista francês Gerard Fromanger, representante do movimento Nouvelle Figuration, uma reação a arte abstrata, porém mais engajada, mas com um toque da arte pop americana. Fromanger é do movimento estudantil de 1968, foi colaborador de Jean-luc Godard em um curta e amigo do filósofo Michel Focault.

   

    

   

Agora em setembro, uma centena de quadros, desenhos e documentos do pintor belga René Magritte é nova exposição temporária no Centre George Pompidou. A mostra sobre Magrite vai até janeiro de 2017.

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